Leitura de
imagem a resistência da memória
“A memória é a mente. Por isso, os
desmemoriados são denominados sem mente.
A alma vivifica o corpo; o ânimo exerce a vontade;
Quando o conhecimento existe, é mente;
Quando recorda, é memória; quando julga o reto, é razão;
Quando espira, é espírito; quando sente, é sentido.”
Isidoro de Sevilha (c. 560-636), Etimologias, XI, 1, 13.
A alma vivifica o corpo; o ânimo exerce a vontade;
Quando o conhecimento existe, é mente;
Quando recorda, é memória; quando julga o reto, é razão;
Quando espira, é espírito; quando sente, é sentido.”
Isidoro de Sevilha (c. 560-636), Etimologias, XI, 1, 13.
Conforme solicitado pelo professor Mácio, fizemos uma análise sobre a
pintura de Salvador Dali, onde pudemos refletir sobre o que víamos na obra.
Todos concordamos que a figura do relógio se derretendo e o vazio da pintura
refletia um homem sem memória, pois não havia o tempo.
Nesta linha de raciocínio trazemos o tempo caminhando lado a lado com as
memórias que vamos construindo ao longo dele, se não há tempo, não há memória e
nem reflexão sobre a vida que se teve. Todo sujeito deve ter sua autobiografia
e com isto se faz necessário o resgate de suas lembranças e a tomada delas como
aprendizagem para o futuro, colocamos então tudo isto como de fundamental
importância para uma alta análise sobre si (o sujeito).
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